Neste fim de semana descobri que é mentira dizer que São Paulo tem tudo o que você precisa 24 horas por dia. Depois de um dia inteiro com meninas, é claro que chegamos à fase de conversar (horas) sobre cabelos. Nossos, das outras, das famosas, das vizinhas, essas coisas de mulher.
E, ao falar de cabelo, tive uma vontade incontrolável de finalmente cortar o meu. Secretamente, eu queria radicalizar. Arriscar todas as fichas no 14 Vermelho, por favor.
Eram cerca de meia-noite de sábado, hora em que parte da cidade está acordando. Eu, Lija e Camile saimos em busca de um sanduiche bom (achamos no Achapa) e de um cabelereiro aberto. A escolha óbvia foi passar de carro pela Rua Augusta, sentido Centro, em busca dos salões que arrumam as mocinhas que lá trabalham.
Achamos dois salões abertos por volta da 1 da manhã. Um estava completamente vazio, sem nem mesmo atendentes. Todos estavam sentados do lado de fora, na calçada. O outro tinha uma rodinha de cadeiras e nelas estavam uns 4 ou 5 travestis loiros com cabelo escovadíssimo, estilo novela da Globo.
Desanimei. Eu sempre olho pro cabelo do profissional antes de colocar o meu nas mãos da pessoa e um salão às moscas e outro cheio de loiras globais wannabe NÃO! Não queria também nenhum salão ultra-mega-modernete. Só um salão normal, mas que ficasse aberto até (muito) tarde.
Uma pena, tive que esperar para cortar nos salões “normais” e perdi o ímpeto de mudança radical...Marcadores: cabelo, mulher, mulheres, salão, são paulo
2 Comentários:
Babe, São Paulo TEM qualquer coisa a qualquer hora. Até cabeleireiro de madrugada.
Se você não gostou dos profissionais o problema é seu. Mas que tem, tem... ;)
Eu só queria um salão que me desse um pouco mais de confiança pra arriscarrrr :)
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