Mais sabedoria popular...
... dizem que errar é humano, mas persistir no erro é burrice, né? Bem, erro ou não, como minhas amigas co-autoras desse blog já sabem, eu me meti num namoro à distância. Pela segunda vez na mesma vida.
E aí tou aqui no trabalho, recém-chegada do Rio, com uma ressaca emocional brabíssima, cercada por calendário, anotações de horários e preços de vôos CGH - SDA - CGH e a estranha sensação de que eu já vi esse filme.
Mas pode ser só o sono.
O fato é que depois de muito tempo eu resolvi deixar de racionalizar sensações e sentimentos. Mas como é difícil abandonar hábitos e conceitos que já moravam dentro da minha cabeça havia tanto tempo... como é estranho voltar a planejar coisas que eu achei que já tinham sido resolvidas e deixadas pra trás.
É tudo muito novo e dèja vu ao mesmo tempo. E não posso negar que a parte boa é boa demais. Só preciso dar um jeito de tornar a parte ruim mais tranquila até que ela possa ser resolvida de vez. Mas pra isso, vamos esperar as cenas dos próximos capítulos.
Marcadores: pessoas, problemas, relacionamento, rio de janeiro, são paulo


2 Comentários:
Bem, eu admiro namoros a distância. Requer uma dedicação e persistência toda especial. Requer muito carinho e confiança e tranquilidade.
A ansiedade é normal, acho. Mas pode ser o sono. De qualquer forma, a gente dissipa a sensação em São Paulo. A gente se afofa e se consola e se diverte enquanto não dá para estar com ele, hm?
Bem, eu também já vivi um filme desses por dois anos...
É difícil pacas. Não imagino como seria hoje em dia, mais velha, menos tempo, mais compromissos.
Maaaaaaaas sou membro do partido dos casados e acho que tudo vale a pena pra viver (bem) com alguém bacana. Eé SUPER o caso.
Se joga!
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